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Estudo compara o número de óvulos usados nos anos 2000 com as anotações das primeiras FIVs na década de 1970

Human Reproduction Vol.20, No.3 pp. 588–592, 2005

Médico consultando estudo científico

A Dra. Kay Elder trabalhou diretamente com Dr. Patrick Steptoe e Dr. Robert Edwards, precursores da fertilização in vitro na década de 1970. Neste artigo de 2005, ela e seus colaboradores compararam o número de óvulos usados nas fertilizações depois de mais de 25 anos do surgimento da técnica. Para saber mais acesse o artigo abaixo:

Resumo

Como parte de um exercício de aprendizagem para avaliar a eficiência da utilização do óvulo após a estimulação ovariana controlada, foram comparados os dados históricos das publicações de Steptoe e Edwards, que descreveram suas primeiras experiências em Oldham e em Bourn Hall, com dados retrospectivos de ciclos de FIV e ICSI realizados em Bourn Hall Clinic durante o ano de 2000. Para fins de análise dos dados mais recentes, os pacientes foram subdivididos em grupos por idade (≤37 anos e ≥38 anos) e por produção de ovócitos (baixo, intermediário e alto). Em pacientes com menos de 38 anos de idade, as taxas de nascidos vivos foram equivalentes em cada grupo, independentemente do número de óvulos recuperados. Pacientes que produziram baixo número de óvulos (1–5) utilizaram uma média de 9,6 óvulo por nascimento, em comparação com 25,1 e 51,5, respectivamente, naquelas que produziram números intermediários (6–16) e altos (16+) de óvulos. A comparação com dados históricos sugere que a “eficiência” da utilização de óvulos não melhorou significativamente desde o início dos anos 1980, apesar de 25 anos de experiência de estimulação ovariana controlada para tratamento de fertilização in vitro.

Confira o artigo na íntegra:

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