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Você sabe as recomendações do uso de Doppler em obstetrícia? Confira guideline atualizado da ISUOG

Ultrasound Obstet Gynecol 2021
Médico consultando estudo científico

Quando pensamos no uso de ultrassom Doppler em ginecologia, os usos obstétricos são muito mais comuns, principalmente na observação da circulação feto-placentária. Para você atualizar seus conhecimentos nessa área, separamos a mais recente atualização das Diretrizes Práticas da ISUOG, divulgada em 21 de julho deste ano.

Escopo do documento

Este documento é um guia prático sobre como realizar uma estudo ultrassonográfico ao  Doppler da circulação feto-placentária. É de extrema importância não expor o embrião ou feto à energia ultrassônica indevidamente prejudicial, especialmente nos primeiros estágios da gravidez. Nessas fases, o registro Doppler, quando clinicamente indicado, deve ser realizado nos níveis de energia mais baixos possíveis. O ISUOG publicou orientações sobre o uso de ultrassom Doppler no exame de ultrassom fetal de 11 a 13 + 6 semanas. Ao realizar imagens Doppler, o índice térmico exibido deve ser ≤ 1,0 e o tempo de exposição deve ser o mais curto possível, geralmente não mais do que 5–10 min.

Não é intenção desta Diretriz definir as indicações clínicas, especificar o momento apropriado para o estudo Doppler na gravidez ou discutir como interpretar os achados ou o uso Doppler na ecocardiografia fetal. O objetivo é descrever o ultrassom Doppler pulsado e suas diferentes modalidades: Doppler espectral, mapeamento de fluxo em cores e power Doppler, comumente utilizados para estudar a circulação materno-fetal. Não descrevemos a técnica de Doppler de onda contínua, porque geralmente não é aplicada em imagens obstétricas. No entanto, em casos em que o feto apresenta condições que aumentam a velocidade dentro do vaso (por exemplo, estenose aórtica ou regurgitação tricúspide), pode ser útil para definir claramente as velocidades máximas, evitando aliasing.

As técnicas e práticas descritas neste Guia foram selecionadas para minimizar o erro de medição e melhorar a reprodutibilidade. Eles podem não ser aplicáveis ​​em certas condições clínicas ou para protocolos de pesquisa.

Os detalhes dos graus de recomendação usados ​​nesta Diretriz são fornecidos no Apêndice 1. O relato dos níveis de evidência não se aplica a esta Diretriz.

Confira a íntegra:

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