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Em 10 anos houve aumento de 68% nos transplantes de fígado no Brasil

Entenda porque é importante mais profissionais capacitados em exames de imagem do fígado

Entre os anos de 2009 e 2019, houve um aumento de 68% nos transplantes de fígado, de acordo com dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Existem diversas hepatopatias crônicas, mas a maior parte delas evolui de forma muito semelhante: se não forem diagnosticadas precocemente, podem evoluir para cirrose e, posteriormente, para um câncer de fígado.

E a detecção precoce é fundamental, mesmo que o quadro inicial seja benigno. Por exemplo, estima-se que 20% dos casos de esteatose hepática, um quadro bastante comum, evoluam para cirrose quando o paciente não trata precocemente.

O maior empecilho aqui, no entanto, é que os pacientes com essas doenças geralmente apresentam sintomas evidentes apenas em fases avançadas.

“Eu costumo dizer que as doenças do fígado não conversam com a gente”, explica a hepatologista Dra. Fernanda Branco, coordenadora da Pós-Graduação em Imagem em Hepatologia do Cetrus. Hoje, a melhor forma de fazer uma detecção precoce desse tipo de quadro é através de exames de imagem do fígado.

Ultrassom é um grande aliado nos diagnósticos, mas não o único

De acordo a Dra. Fernanda, o ultrassom bem-feito pode ser suficiente para um diagnóstico de hepatopatia. No entanto, conhecer outros métodos também é importante. A elastografia hepática, por exemplo, é um exame determinante para mensurar a rigidez do fígado e com isso avaliar a presença de fibroses, um fator importante para o estadiamento do quadro.

Além dessas técnicas, é importante também que o profissional conheça métodos mais avançados, como a da radiologia intervencionista e a prática na realização de biópsia hepática e paracenteses. Todos esses métodos estão presentes na Pós-Graduação Latu Sensu em Imagem em Hepatologia do Cetrus.

Uma formação rápida e completa

A vantagem do curso do Cetrus é que ele conta com uma carga completa de 360 horas que será realizada em apenas seis meses, através de encontros quinzenais, intercalando aulas online síncronas, em que o aluno terá ampla abrangência teórica, e aulas presenciais com alta carga prática de exames em pacientes reais.

Quer saber mais? Confira a programação da Pós-Graduação em Imagem em Hepatologia do Cetrus

One Reply to “Doenças do fígado são silenciosas: a importância da imagem no diagnóstico”

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