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Como Aplicar os Descritores do Grupo IOTA

Uma das etapas mais importantes na evolução do conhecimento médico, é a padronização internacional das definições que envolvem um determinado tema ou doença, incluindo nomenclatura e classificação. Na literatura médica, se observa com grande destaque, os trabalhos publicados pelo Group International Ovarian Tumor Analysis (IOTA), criado em 1999 por três pesquisadores, Dirk Timmernam (Universidade Católica da Bélgica), Lil Valentin (Universidade de Lund, Suécia) e Tom Bourne (Imperial College, Inglaterra).

Composto por uma equipe multidisciplinar, com integrantes de diversas áreas, como ginecologistas, oncologistas, radiologista, físicos, engenheiros e estatísticos, o IOTA tem estudado ao longo desses últimos 20 anos as massas anexiais e possibilitou, por meio da medicina baseada em evidências, a padronização internacional de nomenclaturas e classificações referentes às imagens anexiais. Dessa maneira, médicos distintos, com níveis diferentes de experiência podem “falar a mesma língua”, sendo esta forma mais completa e efetiva do que descrições genéricas como cistos simples e cistos complexos.

Abaixo o Dr. Paulo Cozar apresenta uma aula de revisão sobre os principais descritores utilizados para lesões anexiais.

Dr. Paulo Cozar

Formação médica na UNINOVE;
Especialização em Clínica Medica na Santa Casa de São Paulo; Especialização em Ultrassonografia Geral no CETRUS;
Coordenador do curso de Ultrassonografia transvaginal do CETRUS – BH
Confira curriculum completo

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