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8 a 10% dos casais que querem engravidar não conseguem: as vantagens da reprodução assistida

Brasil é um dos países latino-americanos que mais realiza procedimentos como a fertilização in vitro

Engravidar parece algo mais simples do que realmente é: para muitos casais, não basta apenas ter relações sexuais sem contraceptivos e cruzar os dedos, o sonho de ter um bebê precisa de uma ajuda especializada para acontecer. É neste momento que entra em cena o profissional de medicina reprodutiva, especialidade indicada para ginecologistas, urologistas, uro-ginecologistas, endocrinologistas, entre outros.

O número de pessoas que precisam de um auxílio médico para conseguir ter um bebê vem subindo — estima-se um aumento de entre 5 e 10% da infertilidade nas próximas décadas. Um dos fatores que explica esse aumento é o adiamento da maternidade: quanto mais avançada a idade do casal, menor a qualidade dos gametas (e mesmo a quantidade pode ser afetada, no caso das mulheres).

Cada vez mais casais adiam a gestação

O ideal é que as mulheres engravidassem entre os 20 e 30 anos de idade, mas tem existido uma preferência em começar a vida reprodutiva mais tarde: de acordo com os dados de nascidos vivos do DataSUS, houve um aumento de 71% nos partos de mulheres com mais de 35 anos e um decréscimo de 15% nos nascidos de mães de 20 a 35 anos entre 1998 e 2018. Tudo isso torna o especialista em reprodução humana um profissional cada vez mais requisitado, se tornando um grande aliado para esses casais.

De acordo com uma pesquisa da Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida (REDLARA), nos últimos anos o perfil de mulheres que buscam esse tipo de tratamento mudou bastante:

  • Em 2000, metade das mulheres que se submeteram a tratamentos de reprodução assistida tinham menos de 35 anos;
  • Em 2016 esse número caiu para 28%, enquanto o índice de mulheres com mais de 40 anos buscando por esses métodos duplicou, chegando a 31%.
Brasil já tem um mercado consolidado na área

A mesma pesquisa da REDLARA mostrou que, nos últimos 25 anos, 83 mil bebês brasileiros nasceram por meio de tratamentos de reprodução assistida, que incluem fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial e transferência de embriões.

Isso torna o Brasil o país latino americano que mais realizou esse tipo de procedimento. A Argentina, segunda colocada, apresentou apenas 39 mil bebês nascidos por esses métodos — menos da metade do que o Brasil. Para a REDLARA isso ocorreu não só por sermos o país mais populoso da região, mas também porque 40% dos centros de reprodução assistida da América Latina estão por aqui, reforçando novamente a necessidade de formação de profissionais qualificados nessa área.

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11 Replies to “Por que se especializar em reprodução humana”

  1. Eu tento engravidar ja faz uns 3anos tenho31 anos e meu marido 24 ele fez exame td certinho e eu ja tenho 3filhos qria o ultimo mais ta dificil fiz ultrasson tranvaginal nao apareceu meus ovarios ovulo normalmente menstruaçao em dia nem eu sei oq acontece entao desisti de ser mae novamente

  2. Já faz 6 meses que tento engravidar e não consigo. Meu namorado já fez os exames da tá tudo ok, eu também fiz e tá tudo ok. Não entendo pq não conseguimos engravidar.

  3. Quero engravidar e não consigo já parei de toma remédio 1 ano e tô tentado já tem 8 meses será que não posso te filho💔

  4. Já faz uns 2 meses que tento engravidar e não consigo,tenho 32 anos e meu esposo 25,tbm tenho uma menina com 12 anos,no ano passado acho que cheguei a tomar umas 4 a 5 pílulas do dia seguinte isso a cada 2 em 2 meses hj minha menstruação não está descendo já faz uns 3 meses tbm😔 me ajuda por favor

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