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56% dos médicos de 25 a 35 anos trabalham mais de 60 horas por semana

Isso atrapalha a busca de muitos por uma especialização, já que residências exigem carga horária pesada

A faixa dos 25 aos 35 anos de um médico é considerada sua fase mais produtiva. É mais ou menos nessa época que o profissional sai da faculdade e começa a trabalhar ou a fazer uma residência. Normalmente a segunda opção é a mais considerada, mas nem sempre é atraente: um residente costuma trabalhar 60 horas semanais ganhando o valor bruto de R$ 3.330,43 (como fixado pela Portaria Interministerial nº 3).

É comum que alguns médicos aliem essa jornada, já bastante puxada, a outros plantões para aumentarem sua renda: não à toa 35% dos médicos nessa faixa etária trabalham mais de 80 horas semanais, o que equivale mais de 11 horas por dia, sete dias por semana, conforme os dados da Demografia Médica no Brasil 2020, feita pela Faculdade de Medicina da USP em parceria com o CFM.

Para muitos isso é considerado um investimento, já que a especialização é importante para que o médico tenha um crescimento em seu salário do médico em longo prazo. Mas para se tornar especialista em cardiologia através de uma residência, por exemplo, é preciso dedicar-se a esse regime por quatro anos (dois em clínica geral e depois dois na área desejada). Por sorte, existem formas mais flexíveis de especializar-se.

O caminho da Pós-Graduação como especialização

A residência médica não é o único meio para um médico se especializar em uma área. As pós-graduações também são consideradas pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) e muitas vezes podem oferecer maior flexibilidade ao médico nessa fase de tão alta produtividade.

Um exemplo é a Pós-Graduação em Cardiologia do Cetrus: o programa tem a carga horária de 360 horas, mas que são distribuídas em oito módulos, com aulas presenciais em um final de semana a cada dois meses. Nesse período ele conta com uma carga alta de prática hands on em pacientes reais.

Tempo extra permite o foco além da carreira

Mais do que pensar em sua carreira, o tempo extra possibilitado por uma pós-graduação com horários mais flexíveis pode ser dedicado ao que mais o jovem médico considera importante em sua vida: família, amigos, relacionamentos, viagens. E é isso que o Cetrus deseja, que você não precise deixar de lado o que lhe faz bem para fazer aquilo que é importante para sua profissão.

Quer saber mais sobre como se tornar um cardiologia sem tantas horas extras? Conheça o programa da Pós-Graduação em Cardiologia do Cetrus

4 Replies to “Médicos recém-formados tem maior carga horária de trabalho”

  1. OLA BOA TARDE!!
    GOSTARIA MUITO DE UM ESCLARECIMENTO, TENHO 50 ANOS , FIZ A DOIS ANOS ATRAS UMA OPERAÇÃO PARA RETIRADA DE UM DOS MEUS RIM , E AGORA A EXATAMENTE SEIS MESES COMPLETO EU FIZ UMA MAMOPLASTIA E UMA ABDOMINOPLASTIA, MINHA DUVIDA É , ESTOU FUMANDO E BEBENDO CERVEJA, E ESTOU COM ANEMIA E COM MUITA FALTA DE AR, E COM UMA DOSE SECA, PODERIA SER POR ESTA FUMANDO E BEBENDO,
    ESPERO UMA RESPOSTA..

  2. Bom dia
    Sei que a empresa não e o seu procuro
    Mas de repente possa me ajudar
    Trabalho pra uma upa e está muito difícil contratar medicos
    Quem sabe possa me ajudar
    Desde já te agradeço

    1. Estou interessada,pois quero começa de menor minhas escolhas,e quero participar do grupo

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