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Dor pediátrica pede atenção no diagnóstico e nas formas de manejo

Um programa especializado em todos esses aspectos é essencial para o profissional que lida com esses quadros

Médico invesitgando possíveis causa da dor pediátrica

A dor crônica pediátrica é um problema de saúde pública: estima-se que nos Estados Unidos ela gere um custo anual de US$ 19,5 bilhões e não há estudos que mostrem que o cenário no Brasil seja muito diferente. Além disso, elevadas taxas de prevalência, variando entre 11 e 38%, sendo que 3 a 5% destas crianças sofrem por incapacidades significativas relacionadas à dor.

O problema se torna mais grave quando pensamos que dependendo da idade, as crianças não conseguem expressar sua dor de forma verbal, tornando o diagnóstico complexo. Quando pensamos nas queixas de dor de bebês, as expressões faciais e até as impressões dos cuidadores são ferramentas importantes e é preciso ter um conhecimento adequado para interpretá-las. Até porque, não existe um método considerado padrão-ouro nessa interpretação.

Crianças um pouco maiores podem até conseguir expressar a sensação de dor, mas muitas vezes não são capazes de apontar sua intensidade ou localização. Além de tudo, a dor é um sintoma subjetivo em qualquer idade: o limiar de tolerância de cada pessoa varia bastante.

Crianças não podem ser medicadas indiscriminadamente

As dores infantis mais comuns são as enxaquecas e dores abdominais. Mas não se deve medicar os pequenos do mesmo modo que se faria com um adulto: a dosagem precisa ser adequada, principalmente quando se pensa em neonatos ou lactentes de até 3 meses. Existem diversas opções, como os tratamentos não farmacológicos, como procedimentos psicocomportamentais.

Conhecer todos os recursos disponíveis para tratar a dor pediátrica e entender suas aplicações é fundamental para manejar bem esses pacientes. Além disso, entender os protocolos para avaliação da dor é fundamental. E a oferta de cursos completos sobre o tema é pequena.

Uma pós-graduação que compreende todos esses aspectos

O Cetrus oferece a primeira Pós-Graduação em Dor e Intervenção Pediátrica do Brasil. Nela, o aluno terá estará apto a avaliar, diagnosticar e manejar dores agudas e crônicas nos diversos cenários em pacientes da faixa etária pediátrica, bem como indicar e realizar com segurança cada um dos procedimentos intervencionistas e tratamentos específicos de acordo com as situações clínicas.

O programa do curso engloba desde a fisiopatologia e a semiologia da dor, até os tipos específicos de dor (abdominais, neurológicas e musculoesqueléticas), passando por dor oncológica e prática de procedimentos intervencionistas como radioscopia e bloqueios simpáticos e cervicais e aplicação de toxina botulínica.

Saiba mais conferindo a programação da Pós-Graduação em Dor e Intervenção Pediátrica

8 Replies to “Dor pediátrica: entenda os desafios e oportunidades de mercado”

  1. Meu filho tem 8 anos ele tem muitas dores de barriga, ja levei no médico varias vezes eles passa o msm remédio melhora aquela hora mais depois volta tudo de novo da uma dor igual colica nele e muita diarreia chega ficar com o ânus queimando eu ja não sei oq fazer mais.

  2. Minha filha tem onze anos desde os nove anos ela reclama de dores contantes pelo corpo como braços pernas e agora pescoço e costa são dores que deixa aquele sentimento de cansada

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